Na aula de hoje (11/07/2006) apresentamos os projetos da III Semana de Software Livre e em algumas equipes demos também sugestões e também mostramos os produtos de cada equipe de impressos e educação, vídeo...
Na aula de hoje (11/07/2006) apresentamos os projetos da III Semana de Software Livre e em algumas equipes demos também sugestões e também mostramos os produtos de cada equipe de impressos e educação, vídeo...
A aula do dia 04/07/2006 foi interessante por que além de cometarmos sobre nossos artigos pudemos ouvir e falar sobre nossas dificuldades, na disciplina, para que possamos então tentar superá-las
Artigo é sobre "O papel do Jornal na Escola". Que foi retirado do artigo "Mídia, escola e leitura crítica do mundo" de Graça Caldas
Resumo: Trata sobre a importância da leitura de materiais impressos como jornal e revistas nas escolas, tanto por professores quanto por alunos, para que possam ter uma visão crítica do que acontece em seu país e no mundo, de acordo com o seu próprio entendimento independente das interpretações de outras pessoas, tendo sua própria leitura.
"A formação de cidadãos, atributo da escola, passa hoje obrigatoriamente pela habilitação do cidadão para ler os meios de comunicação, sabendo desvelar os implícitos que a edição esconde; sendo capaz de diferenciar, entre os valores dos produtores dos meios, aqueles que estão mais de acordo com a identidade de sua nação; reconhecendo os posicionamentos ideológicos de manutenção do status quo ou de construção de uma variável histórica mais justa e igualitária. E, para isso, a escola não pode esquecer-se do ecossistema comunicativo no qual vivem os alunos. Ou seja, ou a escola colabora para democratizar o acesso permanente a esse ecossistema comunicativo ou continuará a operar no sentido da exclusão, tornando maiores os abismos existentes." (Baccega, 2003, p. 81)
O que pude perceber com este trecho é que se as instituições de ensino não se preocuparem com a informação que seus alunos
precisam perceber e entender enquanto agentes da sociedade, fica uma enorme brecha no que diz respeito a formação do aluno como cidadão crítico e capaz de realizar sua própria interpretação dos fatos que acontecem na sociedade.
"Segundo dados do diagnóstico sobre os Programas de Jornal na Educação Brasileira, realizado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ), com 129 empresas jornalísticas associadas, no período de maio a agosto de 2004, existem atualmente 48 programas ativos nas escolas, dos quais a grande maioria (18) está concentrada na Região Sudeste. O primeiro projeto é do jornal O Globo e surgiu em 1982. Mas foi na década de 1990 que se observou um crescimento contínuo de projetos similares, em vários pontos do país.
Os objetivos das empresas de comunicação, de acordo com os resultados da pesquisa são principalmente: incentivar a leitura de jornais; incentivar outras leituras; ensinar o aluno como é o jornal; promover o debate sobre o papel da imprensa; capacitar o aluno a ler criticamente o jornal; promover o respeito à opinião divergente; aproximar a escola das questões do cotidiano; facilitar uma aproximação entre os professores; tornar o currículo mais dinâmico; ajudar o aluno a se expressar melhor e com maior confiança em si; contribuir para que o aluno escreva melhor; facilitar a criação do jornal escolar; contribuir para o aprendizado informal da língua; contribuir para que o aluno conheça melhor o mundo em que vive; contribuir para o exercício da cidadania e colaborar para a construção de um conhecimento mais amplo e multidisciplinar do aluno."
É importante também além de proporcionar aos alunos esse tipo de conhecimento conscientizar aos professores a importância deles compreenderem as armadilhas da linguagem com suas múltiplas potencialidades e limites; identificar as marcas discursivas pelos diferentes modos de dizer para uma leitura dialógica do mundo para então conduzirem seus alunos e ter como produto final o que dezejavam que é a formação do senso crítico do mesmo.
Referências:
Formato ISO
CALDAS, Graça. Mídia, escola e leitura crítica do mundo. Educ. Soc., jan./abr. 2006, vol.27, no.94, p.117-130. ISSN 0101-7330.
Formato Documento Eletrônico (ISO)
CALDAS, Graça. Mídia, escola e leitura crítica do mundo. Educ. Soc. [online]. jan./abr. 2006, vol.27, no.94 [citado 04 Julho 2006], p.117-130. Disponível na World Wide Web:
Olá colegas, não vim na aula passada, mas peguei o significado da palavra cibernauta, onde pesquisei no google.
- O processo de formação "cibernauta".
"nauta" provém do latim, "ciber" é proveniente do inglês.
Edite Henriques
Portugal
O Dicionário Houaiss regista o termo cibernauta e a sua formação.
Cibernauta significa utilizador de um espaço virtual ou de uma rede internacional de telemática. Trata-se de um palavra composta de ciber(nético) + -nauta.
Ciber é um elemento de composição proveniente do inglês "cybernetics" (1948) < gr. "kubernétés", "piloto, dirigente" (ver govern-), que ocorre em palavras importadas do inglês bem como em neologismos formados no português, como cibercafé, ciberespacial, ciberespaço, cibernauta, ciberpirata ou... Ciberdúvidas.
O termo cibernética tem origem grega 'kubernétikê' (sc. 'tekhnê'), «arte de pilotar, arte de governar» e, na acepção actual, foi introduzido no inglês em 1948 pelo matemático norte-americano Norbert Wiener (1894-1964) e depois aceite pelas outras línguas.
O elemento -nauta provém também do grego 'naútés, ou' (marinheiro, marujo), através do latim 'nauta, ae' (ver "nau"-), port. nauta, em compostos como aeronauta, argonauta, astronauta, cosmonauta, lunauta, protonauta.
Cf. Ciber
Maria Regina Rocha
Tivemos uma aula expositiva com Moisés, sobre Audacity, de como podemos mais ou menos, utilizar os recursos de audio. Foi muito interessante, apesar de apenas ficarmos com uma pequena noção de como fazê-lo, mas já valeu muitíssimo.
Na aula de hoje (18/04/06) nos organizamos em grupos específicos para a elaboração da terceira semana de software livre da Faced e nos foi apresentado o GEC (Grupo de Pesquisa em Educação Comuinicação e Tecnologia), para que possamos ter um maior conhecimento sobre o que é e para que existe o GEC
Na aula do dia 11/04/2006 tivemos uma aula com a mestranda Maleide, que teve abordado como um dos temas a alfabetização digital, o que gera ainda muita polêmica e dúvidas como pode se realizar esse tipo de alfabetização, e como o aluno se desenvolveria de acordo com suas possibilidades já que a idéia é proporcionar a todos, sem destinção social, o uso do computador, a tão falada inclusão digital.
O que percebi com a aula de hoje é que ainda temos muito a descutir sobre o assunto software livre, não por que não concebemos o que significa, mas sim por que ainda não temos o entendimento preciso de sua lógica. Com os vídeos que podemos visualizar hoje, em sala de aula, nós podemos começar a perceber a importância desse software dada a sua evolução e causa da sua existência, para contrapor ao software proprietário. Percebi também que não apenas em micros usamos esses tipos de software's mas em tudo onde a nova tecnologia pode "imperar" como nas futuras televisões digitais, canetas digitais e em muitos outros objetos utilizados por nós.
Meu nome é Juliana, sou estudante do Curso de Pedagogia, do quarto semestre, este blg foi feito com a finalidade de que nós estudantes desta matéria, Tecnologias Contemporâneas, possamos refletir sobre as aulas e produzirmos individualmente para que dentro do nosso entendimento possamos construir e até mesmo desconstruir, pensamnetos antes obtidos sem fundamentos e agora com uma maior segurança do que se está descutindo e está sendo aprofundado.